Olá Povo!
Há algum tempo atrás eu fui ministrado com uma palavra, que falou profundamente ao meu coração e me ajudou muito no meu namoro, pra quem não sabe, eu namoro sim. Minha namorada é a lindona, cheirosa e abençoada Camila Rangel, já namoramos há quase três anos e temos buscado andar nos trilhos, vivendo uma vida santa e sempre deixar Deus no centro do nosso namoro.
Esse texto nos ajudou bastante e tenho certeza que ajudará aqueles que querem ter um namoro guiado por Deus.
RECONHECENDO AS TENDÊNCIAS NEGATIVAS DE UM NAMORO
Há algum tempo atrás eu fui ministrado com uma palavra, que falou profundamente ao meu coração e me ajudou muito no meu namoro, pra quem não sabe, eu namoro sim. Minha namorada é a lindona, cheirosa e abençoada Camila Rangel, já namoramos há quase três anos e temos buscado andar nos trilhos, vivendo uma vida santa e sempre deixar Deus no centro do nosso namoro.
Esse texto nos ajudou bastante e tenho certeza que ajudará aqueles que querem ter um namoro guiado por Deus.
RECONHECENDO AS TENDÊNCIAS NEGATIVAS DE UM NAMORO
Quando eu era menino, minha mãe me ensinou duas regras para fazer compras de frutas e legumes. Primeiro, nunca faça as compras quando estiver com fome – tudo parecerá gostoso e você gastará muito dinheiro. E segundo, certifique-se de pegar um bom carrinho de supermercado. Eu sempre obedeço à primeira regra, mas não tenho tido muito sucesso com a Segunda. Parece que tenho uma atração por carrinhos problemáticos que fazem barulhos estranhos ou tem rodinhas que rangem dando gastura nos nervos , igual a uma unha raspando no quadro-negro. De longe o pior carrinho que você pode pegar é aquele que está desalinhado. Você já tentou lidar com um destes? Este tipo de carrinho tem uma mente própria. Você quer ir em linha reta, mas o carro quer se desviar para a esquerda e derrubar a pilha de latas de ração para gatos. (E, para o nosso desânimo e vergonha, muitas vezes ele é bem sucedido!) O cliente que escolhe um carrinho desalinhado não tem sossego. Cada manobra, desde virar para o corredor dos cereais até rodar ao longo da seção das carnes, se torna uma verdadeira batalha - a vontade do cliente contra a do carrinho. Por que estou falando de carrinhos de supermercado quando este texto é sobre namoro? Bem, eu me lembro do meu azar com os carrinhos pois muitas vezes eu experimentei semelhantes “batalhas entre vontades” no namoro. Não estou falando dos conflitos entre eu e as garotas que namorei. Eu quero dizer que lutei com todo o processo. E baseado na minha experiência e na minha pesquisa na Palavra de Deus, concluí que para os cristãos o namoro é um carrinho do tipo “desalinhado” - um conjunto de valores e atitudes que querem ir em uma direção diferente daquele que Deus tem mapeado para nós. Deixe- me explicar o porque.
DOMÍNIO PRÓPRIO NÃO É SUFICIENTE
Uma vez ouvi um líder de jovens falar sobre amor e sexo. Ele contou uma estória de cortar o coração a respeito de Eric e Jenny, dois cristãos firmes que tinham participado ativamente no seu grupo de jovens anos antes. O namoro de Eric e Jenny começou inocentemente - sextas à noite no cinema e rodadas de mini-golf. Mas com o passar do tempo, o relacionamento físico vagarosamente começou a acelerar, e acabaram dormindo juntos. Logo depois eles terminaram, desanimados e machucados. O pastor que contava a história encontrou com eles, alguns anos mais tarde, num reencontro de ex-alunos do colégio. Jenny havia se casado e tinha um filho. Eric ainda estava solteiro. Mas ambos vieram a ele separadamente e expressaram traumas emocionais e sentimentos de culpa por causa das memórias do passado. “Quando o encontro, eu me lembro de tudo tão clara- mente.” Jenny exclamou. Eric expressou sentimentos similares. “Quando a vejo, a dor aparece novamente.” Ele contou ao seu antigo pastor. “As feridas ainda não sararam.” Quando aquele líder terminou a sua história, daria para ouvir até um alfinete caindo no chão. Todos ficamos esperando por uma solução. Nós conhecíamos a realidade da história que ele contou. Alguns de nós havíamos cometido o mesmo erro ou visto isso acontecer na vida de amigos. Queríamos algo melhor. Queríamos que o pastor nos dissesse o que deveríamos fazer. Mas ele não deu nenhuma opção naquela tarde. Evidentemente o pastor pensou que o único erro do casal foi o de ceder à tentação. Parecia que achava que Eric e Jenny deveriam ter tido mais respeito um pelo outro e mais domínio próprio. Apesar deste pastor ter encorajado um resultado diferente de guardar o sexo para o casamento - ele não ofereceu uma prática diferente. Será que esta é a resposta? Continue na mesma direção daqueles que caíram e torça para que no momento crítico você consiga manter o controle? Dar aos jovens este tipo de conselho é como dar um carrinho “desalinhado” e mandá-lo para ema loja repleta de louças de porcelana mais cara do mundo. Será que, apesar dos corredores apertados e das prateleiras de vidro expondo as delicadas louças, espera-se que esta pessoa passeie pela loja com um carrinho reconhecidamente incapaz de seguir o curso desejado? Acho que não. Ainda assim é exatamente o que tentamos em muitos dos nossos relacionamentos.
Vemos as tentativas frustradas ao nosso redor, mas nos recusamos a substituir este “carrinho” chamado namoro. Queremos permanecer no caminho retilíneo e estreito servindo a Deus, mas mantemos uma prática que normalmente nos leva na direção errada.
Uma vez ouvi um líder de jovens falar sobre amor e sexo. Ele contou uma estória de cortar o coração a respeito de Eric e Jenny, dois cristãos firmes que tinham participado ativamente no seu grupo de jovens anos antes. O namoro de Eric e Jenny começou inocentemente - sextas à noite no cinema e rodadas de mini-golf. Mas com o passar do tempo, o relacionamento físico vagarosamente começou a acelerar, e acabaram dormindo juntos. Logo depois eles terminaram, desanimados e machucados. O pastor que contava a história encontrou com eles, alguns anos mais tarde, num reencontro de ex-alunos do colégio. Jenny havia se casado e tinha um filho. Eric ainda estava solteiro. Mas ambos vieram a ele separadamente e expressaram traumas emocionais e sentimentos de culpa por causa das memórias do passado. “Quando o encontro, eu me lembro de tudo tão clara- mente.” Jenny exclamou. Eric expressou sentimentos similares. “Quando a vejo, a dor aparece novamente.” Ele contou ao seu antigo pastor. “As feridas ainda não sararam.” Quando aquele líder terminou a sua história, daria para ouvir até um alfinete caindo no chão. Todos ficamos esperando por uma solução. Nós conhecíamos a realidade da história que ele contou. Alguns de nós havíamos cometido o mesmo erro ou visto isso acontecer na vida de amigos. Queríamos algo melhor. Queríamos que o pastor nos dissesse o que deveríamos fazer. Mas ele não deu nenhuma opção naquela tarde. Evidentemente o pastor pensou que o único erro do casal foi o de ceder à tentação. Parecia que achava que Eric e Jenny deveriam ter tido mais respeito um pelo outro e mais domínio próprio. Apesar deste pastor ter encorajado um resultado diferente de guardar o sexo para o casamento - ele não ofereceu uma prática diferente. Será que esta é a resposta? Continue na mesma direção daqueles que caíram e torça para que no momento crítico você consiga manter o controle? Dar aos jovens este tipo de conselho é como dar um carrinho “desalinhado” e mandá-lo para ema loja repleta de louças de porcelana mais cara do mundo. Será que, apesar dos corredores apertados e das prateleiras de vidro expondo as delicadas louças, espera-se que esta pessoa passeie pela loja com um carrinho reconhecidamente incapaz de seguir o curso desejado? Acho que não. Ainda assim é exatamente o que tentamos em muitos dos nossos relacionamentos.
Vemos as tentativas frustradas ao nosso redor, mas nos recusamos a substituir este “carrinho” chamado namoro. Queremos permanecer no caminho retilíneo e estreito servindo a Deus, mas mantemos uma prática que normalmente nos leva na direção errada.
NAMORO DEFEITUOSO
O namoro tem problemas conjunturais, e se continuarmos namorar conforme o sistema funciona hoje, certamente nos desviaremos criando confusão. Eric e Jenny provavelmente tinham boas intenções, mas basearam o seu relacionamento nas atitudes e padrões culturais defeituosos para o romance. Infelizmente, até na fase adulta continuam a colher as conseqüências.
Os “sete hábitos de um namoro altamente defeituoso”, listados a seguir, são algumas dos “desvios” que os namoros costumam fazer. Talvez você possa se identificar com um ou dois destes hábitos. (Eu sei que eu posso!)
1. O namoro leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso.
Como esse é um longo assunto e não dá pra colocar tudo em um POST só, teremos a continuação na semana que vem...
O namoro tem problemas conjunturais, e se continuarmos namorar conforme o sistema funciona hoje, certamente nos desviaremos criando confusão. Eric e Jenny provavelmente tinham boas intenções, mas basearam o seu relacionamento nas atitudes e padrões culturais defeituosos para o romance. Infelizmente, até na fase adulta continuam a colher as conseqüências.
Os “sete hábitos de um namoro altamente defeituoso”, listados a seguir, são algumas dos “desvios” que os namoros costumam fazer. Talvez você possa se identificar com um ou dois destes hábitos. (Eu sei que eu posso!)
1. O namoro leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso.
Como esse é um longo assunto e não dá pra colocar tudo em um POST só, teremos a continuação na semana que vem...
Buscando a santidade
William Felismino
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